Security Operations Center: entenda sua importância nas empresas - Blog Athena Security: Tecnologia e segurança para o seu negócio
Security Operations Center

 

 

A constante evolução da tecnologia traz diversas facilidades para as empresas, mas também pode deixá-las expostas a ameaças cibernéticas. Por isso, é fundamental adotar ferramentas capazes de combater esse risco. Uma delas é o Security Operations Center, que atua da prevenção à avaliação do grau de vulnerabilidade.

Ele pode ser definido como uma estrutura de pessoas e ferramentas, que atua como um centralizador de serviços voltado à segurança da informação cuja finalidade é garantir a proteção de dados. Para isso, o sistema compreende os projetos específicos, o manual de conduta, os processos e a tecnologia adotada pela organização.

Seu funcionamento se dá pela prevenção de incidentes a partir de boas práticas, identificação de brechas de segurança em processos, desenvolvimento de soluções para os riscos identificados e a avaliação de vulnerabilidades, que consiste em acompanhar e analisar os processos de acordo com as falhas encontradas.

Com isso, é possível ficar livre dos crimes cibernéticos e criar padrões de uso que reduzam as chances de erros e otimizem os serviços. Quer saber mais? Confira, a seguir, quais são suas principais ferramentas e como elas melhoram a gestão de tecnologia da informação (TI)!

Monitoramento contínuo de sistemas

O monitoramento contínuo de processos, infraestrutura, softwares e demais tecnologias é essencial na prevenção, na detecção e na reação a dificuldades de segurança. Nesse modelo de gestão, pode-se, em tempo real, conhecer o nível de risco ao qual a empresa está exposta.

Esses indicadores ajudam a desenvolver planejamentos e soluções rápidas para os incidentes ou eventuais riscos. Com isso, impede-se que ataques ou erros ganhem força e afetem o andamento das tarefas ou resultem no vazamento de informações, não só da companhia, mas de seus clientes e fornecedores.

Algumas das ferramentas utilizadas para essa finalidade são firewalls, antivírus, sistemas de controle de acessos remotos (como VPN), e de proteção contra ataques persistentes (APT).

Nesse sentido, também vale citar o Security Information and Event Management (SIEM), que é responsável por monitorar as atividades maliciosas dentro da sua rede. Essa tecnologia combina as funções do Gerenciamento de Eventos de Segurança (SEM) e dos eventos do Gerenciamento de Segurança da Informação (SIM) em uma base de dados, produzindo relatórios, análises, e alertas de segurança de movimentações suspeitas em um local centralizado.

Os sistemas SIEM cumprem o papel de armazenar e analisar uma enorme quantidade de informações de segurança, eventos de antivírus, de autenticação, de intrusão, de auditoria, entre outros.

Dessa forma, quando um evento anormal for capturado, rapidamente o profissional da ou analista de segurança será alertado, o que é fundamental para neutralizar a ameaça sem gerar prejuízos para a empresa.

Análises de vulnerabilidade e recuperação

Quando tem acompanhamento permanente, a empresa identifica com clareza o que está protegido e o que ainda requer proteção. Nesse cenário, um aspecto crítico é a capacidade da companhia de oferecer recursos para a eliminação de riscos.

São vários os fatores que podem deixar a sua empresa vulnerável, como a configuração incorreta dos componentes da sua rede, ou até mesmo erro ou defeito no sistema operacional.

Independentemente do modelo adotado, para que nenhum dado seja perdido, todos os incidentes são reportados. Para isso, é necessário ter um plano de tratamento de risco, acompanhado periodicamente, com o objetivo de melhorar a compreensão da dinâmica das ameaças, inclusive das permanentes.

Além disso, nessas condições, há a possibilidade de recuperar ou bloquear os vazamentos de informações. Isso significa que os dados da companhia vão ser mantidos seguros e estarão sob a responsabilidade das pessoas certas.

Entre as soluções para esse problema estão os sistemas scan de vulnerabilidade, que fazem uma varredura para encontrar potenciais ameaças, sendo o mais popular deles o Netsparker, que identifica ameaças como SQL Injection e Cross-site Scripting, tanto em aplicativos da Web quanto em APIs da Web. Sem falar nos sistemas de backup que restauram os dados perdidos, que podem ser adotados nas modalidades: nuvem, diferencial, incremental e completo.

Otimização de informações e respostas

Se os processos estão bem estruturados, as informações são otimizadas. Ou seja, elas são colhidas e organizadas corretamente e podem ser acessadas facilmente quando houver necessidade. Também é possível responder em menor tempo e com mais precisão aos malwares, de forma a combatê-los antes que comprometam o andamento das atividades.

Outro benefício da implementação dessa estrutura é o fornecimento de relatórios de riscos, vulnerabilidades e compliance, que ajudam manter as informações organização seguras.

A segurança da informação é um desafio recorrente para as organizações. Com a implementação do Security Operations Center, a companhia pode blindar seus sistemas e, assim, mantê-los protegidos de quaisquer ameaças que possam atingi-los.

E então, gostou desse post? Ficou com alguma dúvida sobre o assunto? Deixe seu comentário para que possamos ajudá-lo!

 

Thiago Cabral

Bacharel em administração e pós-graduado em Gestão e Governança de TI pela FIAP. Com cerca de 10 anos de experiência no mercado de segurança da informação, ajudou a fundar a empresa Athena Security, onde atua como Sócio-Diretor responsável pelas estratégias de Marketing e pela qualidade de atendimento ao cliente. Acredita que a chave para o sucesso é a especialização, atendimento consultivo e visão inovadora.

 

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